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Jesus, o centro da Páscoa

A Páscoa tem significados diferentes para grupos diferentes.

Para o Judeu, a Páscoa é a celebração do fim do período de quatrocentos anos em que seus antepassados viveram como escravos no Egito, sendo libertados pela ação de Deus através de Moisés.

Para outros milhões de pessoas a Páscoa é uma festa sem nexo, onde, embora nos cinemas e canais de TV passem filmes sobre a paixão de Cristo, o que ocupa o centro da festa é o famoso coelhinho, e os ovos de chocolate.

E para nós, cristãos nascidos de novo EM CRISTO? O que significa essa festa? Para aqueles que tiveram um encontro real e transformador com Jesus, a Páscoa é a celebração da vitória de Cristo sobre o pecado, a morte, sobre todas as maldições (sejam elas adquiridas ou hereditárias) e sobre todas as hostes do inferno.

Foi na Páscoa que se cumpriu o que o apóstolo Paulo diz a respeito da vitória da cruz na epístola de Colossenses, no capítulo 2, do versículo 13 ao15:

“(13) E a vocês, que estavam mortos pelos seus pecados e pela incircuncisão da carne, ele lhes deu vida juntamente com Cristo, perdoando todos os nossos delitos; (14) tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz. (15) E, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando sobre eles na cruz”.

O versículo 15 sumariza a vitória da cruz de modo fantástico: Jesus despojou, ou seja, destituiu de todo poder e autoridade, os principados e potestades do inferno, e os expôs ao vexame público!

Não é por outra razão que hoje, aqueles que tomaram uma decisão consciente de receber a Jesus como seu Senhor e Salvador podem se posicionar com a cabeça erguida, não importa que tipo de passado possam ter vivido. Todo ser humano tem lá os seus equívocos e erros do passado, seus motivos de vergonha e arrependimento e é justamente nesse calcanhar de Aquiles que o inimigo tenta nos pegar, tentando trazer culpa e condenação sobre nós. Mas não faz sentido eu me deixar remoer pelo sentimento de culpa em função de um pecado do qual eu já me arrependi e que já foi plenamente perdoado! Sim, porque se você é um cristão de verdade, embora esteja sujeito a pecar, não tem prazer em pecar, muito menos sente orgulho dos seus erros do passado! E mais: a força espiritual que quer trazer sobre você esse sentimento de condenação foi destituída de suas armas, de sua armadura e exposta por Jesus ao vexame público.

Então aproveite a festa da Páscoa, coloque Jesus no centro dessa comemoração, celebre a ressurreição, agradeça a Deus por ter tido tamanha misericórdia e enviado tão gloriosa graça sobre a sua vida te concedendo o perdão pleno de todos os seus pecados, dando a você a salvação eterna.

Glorifique a Jesus porque ele pagou o preço indo à cruz para morrer em seu lugar, te concedeu a salvação e demonstrou por você esse amor profundo, sincero, real e, acima de tudo, incondicional.